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segunda-feira, 9 de julho de 2012
Mania Pet Shop - Bolas de Pelo
Como hábito constante de higiene, o gato limpa sua pelagem com a língua, que possui papilas filiformes e funcionam como uma “escova ou lixa” na remoção de pelos mortos soltos na superfície da pele durante a lambedura. Dessa maneira, ocorre a ingestão de quantidades variadas de pelo. Alguns fios de pelo ingeridos não conseguem se deslocar pelo peristaltismo e se misturam com restos de alimentos e secreções na mucosa gástrica, podendo conglomerar-se em sólidas massas no estômago ou no intestino, conhecidas popularmente, como “bolas de pelo” (tricobezoares).
A falta de motilidade intestinal durante períodos de jejum, são fatores predisponentes à formação de tricobezoares na espécie felina. Doenças de pele também podem contribuir para um aumento na ingestão de pelos, como consequência de lambedura ou mordedura excessiva nas áreas acometidas, como nos casos de dermatite alérgica a picada de pulgas e atopia. Situações de estresse como alterações na rotina do gato, podem desencadear lambedura excessiva, devendo, portanto, ser evitadas.
Geralmente, na maioria das vezes os gatos expelem os pelos ingeridos através do vômito, entretanto, ocasionalmente, um conjunto de bolas de pelo pode acumular numa extensa área que tem o potencial de causar uma obstrução.
Em casos obstrutivos, os principais sinais clínicos incluem perda de peso, vômito, diarréia e dor abdominal.
A melhor opção terapêutica é a intervenção cirúrgica. Em alguns casos a realização de lavagem intestinal pode ser o suficiente para resolução do problema. Condutas preventivas para evitar a formação de tricobezoares incluem escovação diária, além de tosa (a cada 3 a 4 meses), fornecimento de rações específicas de alta qualidade e com grande quantidade de fibras.
Fonte: Revista VeterináriaVer mais
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Mania Pet Shop - Cio Seco ou Cio Silencioso
O ciclo estral da fêmea canina é composto de quatro fases; proestro, estro, diestro e anestro. Na fase de proestro observa-se, em condições normais, o início dos sinais típicos de “cio”, sejam eles, edema vulvar e secreção sanguínea.
O “cio silencioso” ou “cio seco” é caracterizado pelo não aparecimento desses sinais típicos citados. Normalmente, no “cio silencioso”, a fertilidade da cadela não é comprometida, embora os sinais físicos não estejam presentes, os aspectos hormonais estão normais, assim, a ovulação ocorre, estando a cadela apta a ser fecundada.
O cio silencioso ou seco é motivo de grande parte dos casos de infertilidade que ocorrem em canis, exige um manejo adequado, sendo de extrema importância diagnosticar o início do proestro e principalmente a fase fértil, que corresponde a fase denominada estro, onde os acasalamentos deverão ocorrer.
O “cio silencioso” pode não ser percebido pelo proprietário, no entanto, se houver cães machos na propriedade, estes irão se interessar pela fêmea, cheirando-a repetidamente e fazendo tentativas de monta. Se não houver machos na propriedade, o “cio” poderá ser diagnosticado por meio da “citologia vaginal”, exame simples, facilmente realizado por um clínico veterinário apto a interpretá-lo.
Na dúvida se a fêmea esteve ou não no “cio”, um exame de dosagem hormonal de progesterona poderá ser realizado, indicando se esta se encontra em diestro, fase posterior ao estro. Para este exame é necessário colheita de sangue para obtenção de soro.
Caso haja dúvidas sobre em qual fase do ciclo a fêmea encontra-se ou caso seja sabido que a mesma possui cio "silencioso” repetidamente, o proprietário deve procurar a ajuda de um veterinário que indicará o melhor protocolo para diagnóstico da fase e para que o “cio” não seja perdido. Recomenda-se que sejam efetuadas citologias vaginais a cada semana ou a cada quinze dias durante um ano para que seja detectado o cio.
Fonte: Dog Times
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
MANIA PET SHOP - SOBREVIVENTES
Um cachorro que passava pela estrada viu o saco, o pegou cuidadosamente e o levou de volta para a casa de sua dona. Ele não parou de ganir até que a mulher abrisse o saco. Linda Blakely, do abrigo de animais Raccoon Valley Animal Sanctuary, que recebeu os gatinhos, ficou encantada com a atitude do cão. O instinto do cachorro foi de cuidar e não de matar os gatinhos. Com todo o sangue, alguns cães teriam respondido ao cheiro. Reagan, o cachorro, é um herói.
A dona de Reagan podia ouvir os miados fracos dos dois gatinhos sobreviventes, mas, quando abriu o saco, viu que Tipper e Skipper estavam em meio a muito sangue e partes dos outros gatinhos que morreram. Os filhotes de gato estavam fracos demais quando foram encontrados e, a cada duas horas, tinham de ser alimentados com a ajuda de uma mamadeira. A dona de Reagan entregou os dois para o abrigo de animais para que fossem tratados. Linda Blakely não tinha certeza se sobreviveriam, devido ao péssimo estado em que chegaram. Três meses depois, Skipper e Tipper estão recuperados, saudáveis e normais, segundo a WHOTV. E, depois da divulgação do caso no site do canal de televisão de Lowa, o caso dos dois gatinhos ficou famoso e a história recebeu um grande número de acessos na página da WHOTV.
O abrigo de animais diz que tem recebido propostas de adoção de Skipper e Tipper vindas de toda parte do mundo.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
MANIA PET SHOP - BICHO GEOGRÁFICO
É o nome popular dado ao parasito nematoide Ancylostoma brasiliense ou ao Ancylostoma caninum que causam a doença chamada larva migrans cutânea. Ele é assim chamado porque as larvas penetram na derme e migram através do tecido subcutâneo ou visceral deixando seus rastros pelo corpo. Esse parasito é frequente em cães e gatos e em razão do contato bastante próximo com os animais domésticos, pode se instalar no homem e não conseguir completar seu ciclo por estar em um hospedeiro anormal.
A larva migrans pode ser cutânea ou também chamada de dermatite serpiginosa e dermatite pruriginosa. Ocorre frequentemente em regiões tropicais e subtropicais, e afetam principalmente as regiões do corpo que possuem contato com o solo, como os pés, pernas, coxas, mãos, antebraços e nádegas, causando um prurido excessivo; raramente boca, lábios e palato são atingidos.
O contato com solo contaminado por fezes de cães e gatos é a forma como se adquire o bicho geográfico. No solo, os ovos presentes nas fezes, sob boas condições de umidade, temperatura e oxigenação, transformam-se em larvas que vão penetrar na pele e causar a doença no homem.
Nos cães e gatos, a infecção ocorre tanto por via oral, cutânea ou pela placenta.
Sintomas como erupções avermelhadas que geram muita coceira e podem causar dor, ocasionam a falta de sono e nervosismo. Além disso, pode causar alterações pulmonares como tosse e falta de ar e alergia em razão das substâncias tóxicas liberadas.
Dependendo do estágio da doença, pode-se fazer apenas o tratamento tópico por meio de pomadas e, caso necessário, utilizar também o tratamento oral.
Os meios de combate à doença são: recolher fezes dos cães e gatos, proteger o corpo em praias, utilizando calçados e toalhas a fim de impedir o contato com o solo, que pode estar contaminado. É muito importante também não levar animais para a praia, para evitar contaminação, caso estes estejam com o parasito.
A larva migrans pode ser cutânea ou também chamada de dermatite serpiginosa e dermatite pruriginosa. Ocorre frequentemente em regiões tropicais e subtropicais, e afetam principalmente as regiões do corpo que possuem contato com o solo, como os pés, pernas, coxas, mãos, antebraços e nádegas, causando um prurido excessivo; raramente boca, lábios e palato são atingidos.
O contato com solo contaminado por fezes de cães e gatos é a forma como se adquire o bicho geográfico. No solo, os ovos presentes nas fezes, sob boas condições de umidade, temperatura e oxigenação, transformam-se em larvas que vão penetrar na pele e causar a doença no homem.
Nos cães e gatos, a infecção ocorre tanto por via oral, cutânea ou pela placenta.
Sintomas como erupções avermelhadas que geram muita coceira e podem causar dor, ocasionam a falta de sono e nervosismo. Além disso, pode causar alterações pulmonares como tosse e falta de ar e alergia em razão das substâncias tóxicas liberadas.
Dependendo do estágio da doença, pode-se fazer apenas o tratamento tópico por meio de pomadas e, caso necessário, utilizar também o tratamento oral.
Os meios de combate à doença são: recolher fezes dos cães e gatos, proteger o corpo em praias, utilizando calçados e toalhas a fim de impedir o contato com o solo, que pode estar contaminado. É muito importante também não levar animais para a praia, para evitar contaminação, caso estes estejam com o parasito.
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